Amplamente utilizados em vias urbanas e praças de cidades em todo o Brasil, unem tecnologia, estilo, resistência e praticidade.
São ideais para a pavimentação de indústrias, praças, estacionamentos, parques, além de jardins residenciais.
Apresentam quatro opções de cores, que permitem realizar projetos criativos e diferenciados.
• Melhor relação custo- benefício;
  • Versáteis, acompanha todo o tipo de projeto;
• Fácil drenagem de água;
  • Antiderrapantes, duráveis e altamente resistentes;
• Podem ser utilizados logo após sua colocação;
• Menor aumento da temperatura ambiente em relação ao asfalto;
• Resistentes a diferentes temperaturas;
  • Simples manutenção de instalações subterrâneas, pois as peças podem ser removidas e repostas facilmente;
• Não exigem grandes equipamentos para sua colocação nem mão-de-obra especializada;
• Índice de quebra próximo a zero;
• Dimensões uniformes;
• Textura homogênea;
• Redução da necessidade de iluminação pública em função dos pisos serem de concreto.
  • Podem ser produzidos nas cores natural, grafite, vermelha e amarela.

Materiais necessários
Areia, peças de pavimentação, meio-fio ou madeira para confinamento.

Ferramentas e equipamentos necessários:
Estacas ou piquetes de madeira, linhas de nylon, réguas (3 m X 4 cm), tábuas, nível de mangueira, pás, colher de pedreiro, marreta de borracha, vassourão, trena, nível de bolha, lápis, placa vibratória e carrinho de mão.

Levantamento quantitativo
Piso = área (m²) + 3% de quebras, devido ao corte das peças.
Areia grossa (m³) = área de projeto x 4 cm.
Areia fina (m³) = 0,004 m³/m² (passante na peneira de abertura de 2,5 mm).

 
Locação
Desenhe a área que será pavimentada em um papel e utilize o método do triângulo 3-4-5 para determinar as linhas perpendiculares e a área total. Instale os piquetes (estacas) nos cantos da área e a cada 1,5 m, deixando-as a aproximadamente 20 cm da borda da área que será pavimentada. Para certificar-se de que a área está com os ângulos de 90° corretos, estique as linhas na diagonal e encontre o mesmo comprimento.
 
Escavação
Antes de iniciar, verifique a eventual existência de tubulações no solo. Com o auxílio de uma pá cavadeira, corte e remova o solo com aproximadamente 17 cm de profundidade (para 6 cm ou 8 cm de piso, 4 cm de colchão de areia e 5 cm de base compactada). Observação: se o solo local for muito mole, para garantir a estabilidade, a base de 5 cm a ser compactada deverá ser maior.
 
 
Preparação da base
Quanto mais esforços forem investidos na preparação da base, melhor será o desempenho do pavimento.
Primeiro, passe a placa vibratória sobre o solo escavado. Assegure-se de que ele não está grudando à parte inferior da placa. Sobreponha uma camada, não superior a 5 cm, de solo para a compactação. Se o solo estiver seco, borrife água com o aspersor de jardim para facilitar a compactação. A base deverá encerrar bem compactada e plana. Prepare todo o confinamento necessário no perímetro, demarcando a área através de meio-fio, vigas de concreto/madeira ou acessórios de plástico. Observação: a declividade deve ser de 1,5 a 2%, obrigatoriamente, na base.
 
Colchão de areia
A areia deverá estar seca e livre de material orgânico, portanto, proteja-a da chuva. Se houver qualquer área com problema de superfície, faça os reparos necessários na base e não com a camada de areia. Com o auxílio de guias e réguas, distribua uniformemente a camada de 4 cm de areia média. Observação: não caminhe sobre o colchão de areia pronto para receber o pavimento.
 
Assentamento do piso
Inicie por qualquer um dos cantos. Assente da direita para a esquerda, finalizando a primeira linha de pisos, e volte assentando da esquerda para a direita. Assente as peças conforme padrão de posicionamento que desejar (espinha de peixe, fileira, etc.). Quando houver necessidade de cortar as peças, utilize um equipamento adequado (disco diamantado) ou a marreta e a talhadeira. Com o auxílio de um lápis de carpinteiro ou giz de cera, marque com precisão o corte da peça, sem esquecer o espaço para a junta. Todo o espaço acima de 6 mm deve ser preenchido com peças de concreto. Se passar de dois dias assentando, sugerimos cobrir a área de piso já colocado, para a sua proteção.
 
 
 
 
Resistência: Os pisos da TECMOLD são produzidos com resistências de 35 MPa e 50 MPa, conforme NBRs 9780 e 9781.
 
 
 
 
Resistência: Os pisos permeáveis e o piso drenante Pisograma da TECMOLD são produzidos com resistência de 25 MPa.
Finalização
Passe a placa vibratória sobre toda a área pavimentada, pelo menos duas vezes em direções opostas (um circuito completo em um sentido e, depois, no sentido contrário). Essa compactação inicial dá planicidade ao piso, compacta o colchão de areia e força a areia a preencher as juntas. Se o pavimento não ficar plano, repita a compactação. Com o auxílio de duas colheres de pedreiro ou chaves de fenda, substitua os blocos que quebraram. Espalhe a areia fina e seca sobre o pavimento compactado. Com o auxílio de uma vassoura, preencha as juntas com areia. Nunca utilize argamassa. Ainda com a areia espalhada, realize a compactação final (passe 4 vezes) para assegurar o preenchimento das juntas com areia fina. Se houver necessidade, varra o excesso de areia após a compactação final.
 
A Tecmold, sempre atualizada com as novas demandas e novidades do mercado tem a possibilidade de desenvolver moldes com desenhos específicos de colocação de piso intertravado. Isto faz com que o piso possa ser fabricado com as peças já com o layout específico definido no projeto de pavimentação. Exemplo: "Espinha de peixe", "Contrafiado", etc. A partir disso existe a possibilidade da colocação deste pavimento com máquinas para assentamento mecanizado (fotos à esquerda). Estas fazem a colocação de toda uma camada de, por exemplo, 1,20m X 0,80m, ao invés de ser uma peça por vez. O ganho na velocidade de assentamento é extremamente grande, bem como a qualidade do piso acabado.
 
 
 
Nossos Pisos Permeáveis, chamados também de pisos em "Concreto Poroso", são fabricados com agregados com poucos ou sem finos na mistura, que resultam em vazios no interior das peças, por onde a água passa, facilitando a sua infiltração no solo.

VANTAGENS DO PISOS PERMEÁVEIS
• Podem ser utilizados como vias para pedestres, estacionamentos, ciclovias, praças e vias de tráfego leve.
• Permitem a infiltração de água colaborando assim com a diminuição das superfícies impermeabilizadas nas cidades.
• Reduzem o escoamento superficial em até 100%, dependendo da intensidade da chuva.
• Retardam a chegada da água ao sub-leito reduzindo a erosão.
• Mantém a área útil do terreno.
• A camada de base granular funciona como filtro para a água da chuva, reduzindo sua contaminação.
• Reduzem os gastos com recursos de drenagem como piscinões.
 
 

VEJA A SEGUIR SUGESTÃO PARA A PREPARAÇÃO DA BASE E COLOCAÇÃO DOS PISOS PERMEAVEIS EM CONCRETO POROSO
• Compactar o solo natural ;
• Espalhar a camada de brita, tipo 2 e 3 sobre o solo . Compactar a mesma ;
• Espalhar o pedrisco ou areia grossa, onde será assentado o piso;
• Assentar o piso sobre o pedrisco ou a areia grossa, seguindo o layout adotado;
• Rejuntar com areia grossa;
• Compactar com placa vibratória as peças, fazendo também o nivelamento;
• Varrer a superfície espalhando com isso a areia e retirando o excesso.

  IMPORTANTE: NUNCA UTILIZAR A PLACA VIBRATÓRIA SOBRE AS PEÇAS DO PISO. USAR ENTRE ELA E O NOSSO MATERIAL UMA MANTA DE BORRACHA COM 10mm DE EXPESSURA.

ANÁLISE PRELIMINAR PARA GARANTIR A VIABILIDADE DA INSTALAÇÃO DO PAVIMENTO PERMEÁVEL
• As áreas de contribuição não podem exceder em cinco vezes a área do pavimento;
• Recomenda-se, no mínimo, 30 m de distância entre córregos, reservatórios de água e pântanos;
• Recomenda-se uma declividade do pavimento de no máximo 5%, caso contrário a velocidade do escoamento superficial reduzirá a infiltração;
• Nas áreas no entorno do pavimento devem ser evitadas declividades superiores a 20%.

 
 
 
Nossos Pisos Drenantes são aqueles compostos por peças do piso " Duplo T ", colocados lado a lado com as suas saliências em contato e portanto sem encaixe entre as peças, deixando com isso vazios por onde a água penetra no solo.
 

VANTAGENS DO PISO DRENANTE
• Podem ser utilizados como vias para pedestres, estacionamentos, ciclovias, praças e vias de tráfego leve.
• Podem ser utilizados para pavimentar vias com tráfego de veículos pesados.
• São produzidos com resistências de 35 e 50 MPa.
• Permitem a infiltração de água colaborando assim com a diminuição das superfícies imper-meabilizadas nas cidades.
• Reduzem o escoamento superficial em até 100%, dependendo da intensidade da chuva.
• Retardam a chegada da água ao sub-leito reduzindo a erosão.
• A camada de base granular funciona como filtro para a água da chuva, reduzindo sua contaminação.
• Reduzem os gastos com recursos de drenagem como piscinões.
• Possibilita trabalho paisagístico por permitir nos vazios criados entre as peças, o plantio de tufos de grama ou a colocação de britas/pedriscos coloridos.

 
 

VEJA A SEGUIR SUGESTÃO PARA A PREPARAÇÃO DA BASE E COLOCAÇÃO DOS PISOS DRENANTES
• Compactar o solo natural;
• Espalhar a camada de brita, tipo 2 e 3 sobre o solo. Compactar a mesma;
• Espalhar o pedrisco ou areia grossa, onde será assentado o piso;
• Assentar o piso sobre o pedrisco ou areia grossa, seguindo o layout adotado, deixando as aberturas entre os elementos;
• Rejuntar com areia grossa;
• Compactar com placa vibratória as peças, fazendo também o nivelamento;
• Varrer a superfície espalhando com isso a areia e retirando o excesso.

  ANÁLISE PRELIMINAR PARA GARANTIR A VIABILIDADE DA INSTALAÇÃO DO PAVIMENTO PERMEÁVEL

• As áreas de contribuição não podem exceder em cinco vezes a área do pavimento;
• Recomenda-se, no mínimo, 30 m de distância entre córregos, reservatórios de água e pântanos;
• Recomenda-se uma declividade do pavimento de no máximo 5%, caso contrário a velocidade do escoamento superficial reduziria a infiltração;
• Nas áreas no entorno do pavimento devem ser evitadas declividades superiores a 20%
• Todo projeto de piso Permeável deve prever forma de escoamento complementar para a água que não poderá ser absorvida pelo solo.

 
 
 
Nosso Pisograma é um produto com propriedades drenantes que permite através de seus furos, a penetração da água no solo, bem como o plantio de grama e/ou a colocação de brita ou pedrisco, dando ao piso, quando pronto, um caráter arquitetônico na sua superfície.
 

VANTAGENS DO PISOGRAMA
• Podem ser utilizados como pavimento para vias de pedestres, áreas de estacionamento, praças, parques e jardins, e vias de tráfego leve.
• Possibilitam um trabalho paisagístico por permitir que nos seus furos possa ocorrer o plantio
de grama ou a colocação de brita ou pedriscos coloridos;
• Os furos nas peças correspondem a 40 % da área delas;
• Permitem a infiltração de água no solo colaborando assim com a diminuição das superfícies impermeabilizadas nas cidades.
• Reduzem o escoamento superficial em até 100%, dependendo da intensidade da chuva.
• Retardam a chegada da água ao sub-leito reduzindo a erosão do solo.
• Os furos do piso, quando preenchidos com grama ou brita, funcionam como filtros para a água da chuva reduzindo sua contaminação;
• Mantém a área útil do terreno;
• Reduzem os gastos com recursos de drenagem como piscinões.

 
 
VEJA A SEGUIR SUGESTÃO PARA A PREPARAÇÃO DA BASE E COLOCAÇÃO DO PISOGRAMA
 
• Compactar o solo natural;

• Espalhar a camada de brita sobre o solo. Compactar a mesma ;

• Espalhar o pedrisco sobre a brita, compactando o mesmo;

• Espalhar o pó de brita ou a areia grossa (5 cm aprox.) onde será assentado o piso, sem compactar;

• Assentar o piso sobre o pó de brita ou a areia grossa, seguindo o layout adotado. As peças possuem marcações na superfície que indicam a face que deve ficar para cima;

• Firmar as peças com martelo de borracha evitando machucar as mesmas, fazendo também com que elas fiquem todas na mesma altura;
• Preencher os furos das peças com terra. Colocar uma quantidade que permita posteriormente fazer o plantio da grama;
• Comprar grama em leivas e posteriormente cortá-la em cubos do tamanho dos furos nas peças de concreto;

• Plantar os cubos de grama manualmente, pressionando os mesmos para possibilitar que mais adiante as raízes da grama penetrem abaixo do concreto;

• Irrigar a grama plantada no piso, logo após a colocação. Proceder dessa maneira por 8 dias, molhando diariamente;

• O Pisograma só estará liberado para pas-sagem de veículos após a conclusão do procedimento descrito acima. Mínimo de uma semana.

IMPORTANTE: RECOMENDA-SE NÃO UTILIZAR PLACA VIBRATÓRIA SOBRE AS PEÇAS DE PISOGRAMA.